


Um alerta Importante: As consequências
do ronco para a saúde
O ronco, caracterizado pelo som produzido pela vibração dos tecidos da garganta durante o sono, pode parecer inofensivo, mas suas consequências para a saúde vão além do incômodo para quem dorme ao lado.
A longo prazo, o ronco constante e alto pode levar a problemas como dores de cabeça matinais, dificuldade de concentração, sonolência excessiva durante o dia, cansaço e irritabilidade, impactando significativamente a qualidade de vida.
Além disso, o ronco pode ser um sintoma de condições mais graves, como a apneia obstrutiva do sono (SAOS), um distúrbio que causa repetidas pausas na respiração durante a noite.
A apneia obstrutiva do sono, frequentemente acompanhada de ronco alto e irregular, está associada a um maior risco de desenvolver hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, como arritmia, infarto e acidente vascular cerebral (AVC), além de diabetes e problemas de memória e concentração.
A fragmentação do sono causada pela apneia leva à sonolência diurna, fadiga e pode aumentar o risco de acidentes.
Portanto, é fundamental procurar orientação médica caso o ronco seja frequente e intenso, ou se vier acompanhado de outros sintomas como pausas respiratórias noturnas, cansaço excessivo ou dificuldade de concentração, para que a causa seja identificada e o tratamento adequado seja iniciado.
Por: Redação
Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde MS
SUS amplia acesso a tratamento inovador
para atrofia muscular espinhal
O Sistema Único de Saúde (SUS) deu um passo importante no tratamento da atrofia muscular espinhal (AME) ao incorporar um medicamento inovador ao seu rol de procedimentos.
A decisão, divulgada pela Agência Brasil, representa um avanço significativo no combate a essa doença rara e progressiva, que afeta os neurônios motores e causa fraqueza muscular.
O novo medicamento, que já demonstrou eficácia em estudos clínicos, oferece uma nova esperança para pacientes com AME, retardando a progressão da doença e melhorando sua qualidade de vida.
A inclusão do novo medicamento no SUS garante o acesso gratuito a um tratamento de ponta para milhares de brasileiros que sofrem com a AME.
A medida é fruto de um esforço conjunto do Ministério da Saúde, da sociedade civil e de especialistas da área, que defendem a importância de oferecer opções terapêuticas inovadoras para doenças raras.
A expectativa é que a ampliação do acesso ao tratamento melhore significativamente a qualidade de vida dos pacientes e reduza os custos com internações e outros procedimentos de saúde.
Por: Redação
Fonte: Agência Brasil

Dormir pouco aumenta significativamente
o risco de desenvolver Alzheimer
Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que dormir pouco aumenta significativamente o risco de desenvolver Alzheimer.
A pesquisa, publicada na revista científica JAMA Neurology, acompanhou mais de 3 mil pessoas com mais de 65 anos e constatou que aqueles que dormiam menos de 5 horas por noite apresentavam um acúmulo maior de proteínas beta-amiloides no cérebro, um dos principais marcadores da doença de Alzheimer
A descoberta reforça a importância de uma boa qualidade de sono para a saúde cerebral.
Durante o sono, o cérebro realiza um processo de limpeza, eliminando toxinas e proteínas que podem se acumular e prejudicar a função cognitiva.
A privação de sono impede esse processo, aumentando o risco de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer.
Por: Redação
Fonte: CNN Brasil










Cuidado com a dengue
no período de férias
As férias são um momento de descanso e diversão, em que muitas pessoas viajam para relaxar ou aproveitam o tempo livre em casa com a família e amigos.
No entanto, essa época também coincide com o verão, uma estação marcada por altas temperaturas e chuvas frequentes, condições ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Por isso, é essencial redobrar os cuidados para evitar a doença durante esse período.
CAUSA DA DENGUE
A dengue é causada por um vírus que pode provocar febre alta, dores musculares intensas, manchas na pele e, em casos graves, complicações fatais.
O mosquito responsável pela transmissão se reproduz em locais onde há água parada, como pneus, caixas d’água abertas, garrafas e outros recipientes que acumulam água das chuvas. Durante as férias, a tendência de descuidar da limpeza dos quintais ou deixar residências fechadas por longos períodos pode aumentar o risco de focos do mosquito.
AÇÕES PREVENTIVAS
Para evitar problemas, algumas ações preventivas são fundamentais. Antes de viajar, é importante inspecionar a casa para eliminar possíveis criadouros, como pratos de plantas com água acumulada, ralos destampados e recipientes esquecidos no quintal.
Durante as viagens, o uso de repelentes e roupas que protejam o corpo pode ajudar a prevenir picadas, principalmente em áreas com maior incidência da doença.
Além disso, é essencial que as autoridades públicas intensifiquem as campanhas de conscientização, especialmente em locais turísticos, onde a circulação de pessoas pode facilitar a disseminação do vírus.
Mutirões de limpeza, distribuição de panfletos informativos e disponibilização de agentes de saúde para orientar a população são medidas que podem contribuir para a prevenção em larga escala.
A responsabilidade para evitar a dengue é compartilhada entre a população e os órgãos governamentais. A conscientização sobre os riscos e as formas de prevenção é a chave para manter o período de férias livre de preocupações com a saúde.
ADOTE MEDIDAS
Com ações simples, como cuidar do ambiente doméstico e adotar medidas de proteção individual, é possível desfrutar desse momento de descanso com segurança e bem-estar. Afinal, férias saudáveis são sinônimo de tranquilidade e felicidade para todos.
Por: Redação
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