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Alerta nacional: Sarampo volta a preocupar

e exige nossa atenção

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Uma notícia que acende um sinal de alerta em todo o país: o Brasil registrou 34 casos de sarampo, levando o Ministério da Saúde a emitir um comunicado urgente para a população.

 

A volta dessa doença, que era considerada eliminada em algumas regiões, é um sinal de que não podemos baixar a guarda quando o assunto é saúde pública.

 

O sarampo, altamente contagioso e potencialmente grave, especialmente para crianças e pessoas com baixa imunidade, exige uma resposta imediata e coordenada de toda a sociedade para evitar que esses focos se transformem em um surto de maiores proporções.

A chave para conter o avanço do sarampo está em um ato simples, mas poderoso: a vacinação.

 

O alerta do Ministério da Saúde é um chamado direto às famílias para que verifiquem a caderneta de vacinação, garantindo que todas as doses da vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) estejam em dia.

 

Não se trata apenas de uma proteção individual, mas de um compromisso coletivo. Ao nos vacinarmos, criamos uma barreira protetora que impede a circulação do vírus, cuidando de nós mesmos e de quem não pode ser vacinado, como bebês muito novos.

Por: Redação

Fonte: Ministério da Saúde.

Pesquisas brasileiras transformam

o diagnóstico de Alzheimer

Uma luz de esperança se acende para as milhões de famílias afetadas pelo Alzheimer no Brasil: pesquisas nacionais estão avançando significativamente no diagnóstico precoce da doença, utilizando um exame de sangue mais acessível.

 

Este desenvolvimento é uma vitória da ciência brasileira com um impacto humano incalculável. O diagnóstico do Alzheimer, que hoje é complexo e oneroso (envolvendo exames caros e demorados), poderá se tornar mais simples, rápido e, crucialmente, acessível a um número muito maior de pessoas, inclusive com potencial para inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS).

A possibilidade de detectar a doença em suas fases iniciais, antes mesmo que os sintomas mais graves se manifestem, abre uma janela de tempo preciosa.

 

Significa que os pacientes podem começar o tratamento mais cedo, retardando o avanço do declínio cognitivo e preservando a memória e a qualidade de vida por mais tempo.

 

Para os familiares e cuidadores, que enfrentam a dor progressiva de ver um ente querido desaparecer, esses avanços representam um alívio e a confirmação de que a ciência está lutando ao lado deles nessa batalha complexa.

Por: Redação

Fonte: Agência Brasil

O Impacto da gagueira na vida

de 2 milhões de brasileiros

A gagueira, que afeta cerca de 2 milhões de brasileiros e exige tratamento personalizado, é um tema que clama por mais empatia e compreensão.

 

Longe de ser apenas um tropeço na fala, é uma condição neurobiológica que, para o indivíduo, representa uma batalha diária pela comunicação plena.

 

O ato de se expressar, que para a maioria é natural, torna-se um obstáculo cheio de ansiedade e frustração.

 

As consequências vão além da fluência: o medo de falar em público, a evitação de situações sociais e a perda de oportunidades profissionais criam um ciclo de isolamento e prejuízo emocional, onde a pessoa que gagueja se sente silenciada pela própria voz.

Diante dessa realidade, o apelo por tratamento personalizado e acessível se torna uma questão de inclusão e saúde mental. A gagueira não é sinônimo de nervosismo ou falta de inteligência, mas uma condição que demanda o suporte especializado da fonoaudiologia, que busca devolver a espontaneidade e a confiança.

 

A sociedade tem um papel crucial nesse processo: é fundamental combater o preconceito, a chacota e a impaciência, oferecendo o tempo e o respeito necessários para que a mensagem seja transmitida. Investir em conhecimento e acolhimento é o caminho para garantir que esses milhões de brasileiros possam exercer o direito humano básico de ter sua voz ouvida.

Por: Redação

Fonte: Instituto Brasileiro

de Fluência (IBF)

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Formas de transmissão

do vírus Zika

A principal forma de contrair o vírus Zika é através da picada de mosquitos do gênero Aedes, especialmente o Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da chikungunya.

 

O ciclo de transmissão se inicia quando uma fêmea do mosquito se alimenta do sangue de uma pessoa infectada com o vírus Zika.

 

Após um período de incubação no organismo do mosquito, ele se torna capaz de transmitir o vírus para outras pessoas através de novas picadas.

 

Essa é a via de transmissão mais comum e responsável pela maioria dos casos da doença.

Além da transmissão vetorial pela picada do mosquito, existem outras formas menos frequentes de contrair o Zika.

 

A transmissão vertical, da mãe para o feto durante a gravidez ou no momento do parto, é uma preocupação significativa devido aos riscos de malformações congênitas, como a microcefalia.

 

A transmissão sexual também foi confirmada, sendo importante o uso de preservativos para evitar a propagação do vírus por essa via.

 

Embora mais raros, casos de transmissão por transfusão de sangue e em laboratório também foram documentados.

Por: Redação

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